sexta-feira, junho 23, 2006

Algumas diferenças nos métodos científicos entreDescartes e Newton

Algumas diferenças nos métodos científicos entreDescartes e Newton
Hélio Daniel Cordeiro*

Esclarecimento das concepções científicas apresentadas nos textos do Discurso do Método, de René Descartes, e na Óptica, de Isaac Newton.

René Descartes
As diferenças de concepções nas defesas dos princípios científicos entre o francês René Descartes (1596-1650) e o inglês Isaac Newton (1642-1727) são muito evidentes e refletem não apenas suas crenças pessoais, como a atmosfera religiosa e cultural em que viviam. Assim vemos um Descartes bastante influenciado por concepções religiosas católicas (ele estudou com os jesuítas), que precisa apelar para a “hipótese operacional chamada Deus” (para usarmos a expressão do teólogo Dietrich Bonhoeffer) para explicar aquilo que desconhecia.

Neste sentido, fica a pergunta de até que ponto ter sido Descartes efetivamente um cientista antes de ser um filósofo. Quanto a Newton, por outro lado, vemos em sua metodologia menos um filósofo de que um cientista em sua real concepção. De qualquer forma, este recebeu considerável influência daquele, o que demonstra mais uma vez as interconecções entre os saberes, ontem como hoje, fazendo com que a ciência siga seu ritmo de progresso com diferentes metodologias, numa interminável escalada de acertos, erros e novos acertos.
Vejamos alguns aspectos das concepções de seus métodos nos textos analisados.

Descartes busca encontrar os princípios (ou causas primeiras) de tudo quanto existe ou pode existir no mundo, considerando que este foi criado por Deus. Daí, examina quais são os primeiros e os mais comuns efeitos que se podem deduzir dessas causas. Quando quis descer às que eram mais específicas, achou-as tão variadas que não julgou possível distinguir as formas ou espécies de corpos que existem sobre a Terra, a não ser que se busquem as causas a partir dos efeitos e que se recorra a muitas experiências específicas.

Descartes também acredita que o poder da natureza é tão amplo e tão vasto e que esses princípios são tão simples e gerais que quase não percebeu – confessa – um único efeito específico que ele já não soubesse ser possível deduzi-lo daí de várias formas diferentes, e que a sua maior dificuldade é comumente descobrir de qual dessas formas o referido efeito depende. “Pois, para tanto, não conheço outro meio, a não ser o de procurar novamente algumas experiências tais que seu resultado não seja o mesmo, se explicado de uma dessas maneiras e não de outra.”

Isaac Newton
O método de Newton é menos especulativo e mais materialista (ou fisicalista, como hoje em dia é mais conhecido). Para ele a investigação das coisas difíceis pelo método de análise deve sempre preceder o método da composição, tal como na matemática e na filosofia natural. Essa análise faz experimentos e observações e deles extrai conclusões gerais, através da indução e não aceita nenhuma objeção contra as conclusões, senão as que forem extraídas de experimentos ou de outras verdades seguras.

Para Newton, na filosofia experimental as hipóteses não devem ser levadas em conta. Embora a argumentação de experimentos e observações, através da indução, não constitua uma demonstração das conclusões gerais, ela é, assim mesmo, a melhor forma de argumentação admitida pela natureza das coisas, e pode ser considerada tão sólida quanto mais geral for a indução. Se não ocorrer nenhuma exceção a partir dos fenômenos, a conclusão pode ser afirmada em termos gerais. Mas se em algum momento posterior ocorrer qualquer exceção dos experimentos, a conclusão poderá ser pronunciada com as exceções constatadas.

“Através desse modo de análise podemos proceder dos compostos para os ingredientes, e dos movimentos para as forças que os produzem, e, em geral, dos efeitos para suas causas, e das causas particulares para outras mais gerais, até que a argumentação termine no mais geral.” – defende Newton.

Considerações gerais
A matemática tinha um papel central na concepção de Descartes. A geometria, que lidava com formas no espaço, podia ser deduzida a partir das idéias claras do intelecto. Um engenhoso passo de Descartes foi identificar a matéria com a extensão, de tal maneira que a física passaria a ser uma geometria de figuras em movimento. Descartes partiu de um princípio a priori para derivar as leis gerais da física, a perfeição de Deus e sua conseqüente invariabilidade. Porém, como observamos mudança no mundo, para Descartes isso significa que Deus quis que o mundo estivesse em movimento.

Por seu lado, o trabalho de Newton pode ser visto como a culminação da tradição de pesquisa da filosofia mecânica, ao enunciar suas três leis da mecânica (princípio de inércia, definição de força e princípio de ação e reação). No entanto, em seu estudo da lei de atração gravitacional, introduziu a concepção de uma força que age à distância, e renunciou à busca de uma explicação mecânica para esta atração.

Em sua juventude Newton era partidário da concepção mecânica de Descartes, Gassendi, Hobbes e Boyle, adotando a versão atomista. Posteriormente abandonou a mecânica e foi trabalhar com matemática e com ótica. Após realizar importantes pesquisas neste campo, esboçou uma visão de mundo que seguia Descartes em sua concepção de que a gravidade podia ser explicada a partir do movimento das partículas do éter, que ocupa todo o espaço. No entanto, adotava um princípio secreto de “sociabilidade” para explicar ‘algumas reações químicas.

* Hélio Daniel Cordeiro é formado em Filosofia pela FFLCH/USP e autor de A Filosofia na Caverna de Platão (Ed. Capital).

Produto do Núcleo José Reis de Divulgação Científica da ECA/USP - São Paulo - Novembro/Dezembro de 2005 - Ano 5 - Nº29Textos escritos e editados pelos alunos do Curso de Especialização em Divulgação Científica, do NJR-ECA/USPEdições Anteriores

http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/voxscientiae/helio29.html

quarta-feira, junho 14, 2006

GTs XI SILEL - ESTUDOS DO DISCURSO

XI Simpósio Nacional de Letras e Lingüística
I Simpósio Internacional de Letras e Lingüística

GTs
ESTUDOS DO DISCURSO
Análise do Discurso e Literatura – reflexões teóricasCleudemar Alves Fernandes (UFU) e João Bosco Cabral dos Santos (UFU)
Análise do Discurso pela Teoria SemiolingüísticaIda Lúcia Machado (UFMG) e João Bosco Cabral dos Santos (UFU)
Discurso e Produção de SentidosGláucia Muniz P. Lara (UFMG), Renato de Mello (UFMG) e Wander E. de Souza (UFMG)
Discurso, História e CulturaIvone Tavares de Lucena (UFPB) e Maria Angélica de Oliveira (UFCG)
Leitura, interpretação e autoria: o sujeito na trama dos sentidos Soraya Maria Romano Pacífico (USP) e Lucília Maria Sousa Romão (USP)
Linguagem, interação e aprendizagemRejane Pivetta de Oliveira (UniRitter) e Leny da Silva Gomes (UniRitter)
Linguagem, sujeito e psicanáliseMônica Nóbrega (UFPB) e Margarida Elia Assad (UFPB)
O Discurso de auto-ajuda e outros discursos de massa: estratégias enunciativas Julio Neves Pereira (UNICASTELO-SP e UMC-SP)
Tipologia de texto e de discurso e o ensino da língua maternaIrma Beatriz Araújo Kappel (FAZU)
Uma abordagem discursiva da constituição de identidades na arte, na mídia e na educaçãoFernanda Mussalim (UFU) e Maria da Conceição Fonseca Silva (UESB)


http://www.ileel.ufu.br/Silel2006/gt/grupos.asp

terça-feira, junho 13, 2006

Pierre Bourdieu,sociologue néo-marxiste (1930-2002)

Collection « Méthodologie en sciences sociales »


Pierre Bourdieu,sociologue néo-marxiste (1930-2002)
Bernard Dantier, “Sciences sociales, désengagement épistémologique et engagement politique.” Extrait de: Pierre Bourdieu, Pour un savoir engagé in Contre-feux 2, Paris, Liber – Raisons d’agir, 2001, pp. 33-40.
Bernard Dantier, “Pierre Bourdieu, La situation d'enquête et ses effets.” Extrait de: Pierre BOURDIEU, (sous la direction de), La misère du Monde. Paris, Éditions du Seuil, collection Points, 1993.
Bernard Dantier, “Pierre Bourdieu, L'habitus en sociologie entre objectivisme et subjectivisme”. Extrait de Pierre BOURDIEU, Le sens pratique, Paris, Éditions de Minuit, 1980.
Bernard Dantier, “Pierre Bourdieu et Jean-Claude Passeron, “Hypothèses, holisme méthodologique et éducation.” Extrait de: Pierre Bourdieu et Jean-Claude Passeron, La reproduction – Eléments pour une théorie du système d’enseignement, Paris, Minuit, 1970, extraits, pp. 18-84.

Liens
Chez com, “Le constructivisme structuraliste de Pierre Bourdieu”.
Le Magazine de l'homme moderne, “ Pierre Bourdieu, sociologue énervant. Des textes de l'impétrant
Académie de Versaille, “Une série de textes politiques de Pierre Bourdieu
Nouvelles sociologies: Le constructivisme structuraliste de Pierre Bourdieu:1.-. Un constructivisme structuraliste2.-. Deux notions clés : habitus et champ3.-. La dimension symbolique de l'ordre social4.-. Une sociologie de l'action : la logique de la pratique5.-. Une sociologie réflexive6.-. Le poids déterminant des structures objectivesChez com. Source: Les nouvelles sociologies, Philippe Corcuff, Coll. 128, Nathan Université
Wikipédia, l'encyclopédie libre, “Pierre Bourdieu”.
CogitoSearch, Pierre Bourdieu.
Jean-Jacques Delfour, Pierre Bourdieu 1930 - 2002. Site de l'Académie de Toulouse.

Nombreuses références.
Entretien avec Pierre Bourdieu”. Texte paru dans " Flux News " n°27, déc.2001-Janv., fév.2002. Propos recueillis par Lino Polegato, le vendredi 14 décembre 2001
Denis Touret, Les grands idéologues et les autres: Pierre Boudieu.
Laurent Mucchielli, “Pierre Bourdieu et le changement social”. file:///C:/Mes Documents/Site WEB/index.html
Bruno Villalba, “Méthodes des sciences sociales. Conférence de méthode”. Université Lille 2.
Pierre-Paul Zalio, Maître de conférences en sociologie, École Normale Supérieure de Cachan, “in Memoriam Pierre Bourdieu”. Texte mis en ligne le mercredi 22 mai 2002. Mélissa. Mettre en ligne les sciences sociales aujourd'hui.

segunda-feira, junho 12, 2006

Les structures rhétoriques de la science de Kepler à Maxwell

Une poétique de la science : - Fernand Hallyn, Les structures rhétoriques de la science de Kepler à Maxwell (éd. du Seuil, coll. Des Travaux, 2004)
Pierre MachereyUMR 8163 « Savoirs, textes, langage », Université Lille III/CNRS
Résumé
L’article présente l’ouvrage de Fernand Hallyn, Les structures rhétoriques de la science de Kepler à Maxwell (éd. Seuil, 2004), où sont explorées les formes d’imaginaire théorique qui se développent à la limite entre pratiques littéraires et pratiques scientifiques. Sans prendre le risque d’en faire rentrer les vérités dans une perspective relativiste au point de vue de laquelle la science ne serait qu’une manière particulière de mettre le réel en récit, cette démarche apporte un précieux éclairage sur le processus de la science non déjà toute faite mais en train de se faire, où interviennent, entre autres, des modèles repris à la rhétorique et à la poétique. Ceci pris en compte, on est amené à renoncer à l’idée selon laquelle la connaissance scientifique parviendrait tout d’un coup à des vérités nues, dépouillées de tout revêtement textuel, et pouvant être appréhendées indépendamment du processus de leur production, sous forme d’énoncés autonomes, comme des phrases qui ne prendraient pas d’emblée place dans des textes, à l’intérieur desquels elles revêtent un sens qui, pour une part, déborde les limites objectives de leur énoncé, et s’offre à être restitué au point de vue, non seulement d’une épistémologie, mais aussi d’une poétique.
Abstract
The paper presents Fernand Hallyn’s Les Structures rhétoriques de la science de Kepler à Maxwell (Seuil, 2004), as an exploration of the theoretical imagination’s forms spreading between literary and scientific practices. This approach refuses any relativism about truth for science is not considered as a particular way to fictionalize reality. Fernand Hallyn throws so new light not on the achieved science, but on the science process, as modeled by rhetoric and poetic. Such analysis leads to abandon the idea that scientific knowledge gives nude, untextual truths, independent of their production process, like self-sufficient statements or sentences wich could be considered out of the texts where they make sense. But the meaning is out off the objective limits of the statements : it can be restored not only as an epistemological but also as a poetical meaning.
http://methodos.revues.org/document473.html

Sociedade Civil e Hegemonia

Sociedade Civil e Hegemonia, de Jorge Luis Acanda
248 págs., R$ 38 . Tradução de Lisa Stuart. Ed. UFRJ,
(av. Pasteur, 250, sala 107, CEP 22290-902, Rio de Janeiro, RJ, tel. 0/xx/21/2542-7646).

O professor de história do pensamento marxista da Universidade de Havana discute a evolução do termo sociedade civil desde suas origens no pensamento liberal até o debate contemporâneo.

sábado, junho 10, 2006

Méthodologie des sciences sociales et approche qualitative des organisations. Une introduction à la démarche classique et une critique (1987)

Omar Aktouf, Professeur titulaire Management, HEC, Montréal. Méthodologie des sciences sociales et approche qualitative des organisations. Une introduction à la démarche classique et une critique (1987)

Présentation du livre; La table des matières du livre Introduction; Bibliographie.

Le texte du livre au format Word 2004 à télécharger (Un fichier de 190 pages et de 972 K.)
Le texte du livre au format PDF (Acrobat Reader) à télécharger (Un fichier de 190 pages et de 1.1 Mo.)
Le texte du livre au format rtf (Rich text format) à télécharger (Un fichier de 190 pages et de 2.2 Mo.)

Une édition électronique réalisée à partir de l'article d'Omar Aktouf, "Méthodologie des sciences sociales et approche qualitative des organisations". Une introduction à la démarche classique et une critique. Montréal : Les Presses de l'Université du Québec, 1987, 213 pp.

Une édition numérique réalisée par Marcelle Bergeron, bénévole, professeure retraitée de l'École polyvalente Dominique-Racine de Chicoutimi, Québec. [Autorisation formelle accordée par l'auteur le 18 février 2006 de diffuser toutes ses publications.] Courriels: Omar.Aktouf@hec.ca ou: oaktouf@sympatico.ca.
Liens

Page web de M. Omar Aktouf à l'École des Hautes Études commerciales, Université de Montréal.

sexta-feira, junho 02, 2006

E-texts

Para descarrgar os títulos em seu computador, basta clicar sobre eles.

Descartes, Rene - Discurso del Metodo (incluye biografia y bibligrafia).doc
Julián Marías dijo: "Descartes publicó este brevísimo libro de unas cincuenta páginas en 1637 [...] la razón (le bon sens, como llama a la raison) es la cosa mejor repartida del mundo. Lo dice con cierta ironía -todo el mundo cree estar provisto de ello-, pero hay algo más [...]"
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA on Mar. 4 2006
Size: 183kb

Eco, Umberto - Como se hace una tesis.pdf
1982 Los consejos del semiólogo, ensayista, narrador y mucho más, Umberto Eco (Italia, 1932-)
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA on Mar. 18 2006
Size: 1.1MB

Foucault, Michel - Vigilar y Castigar.doc
Quizá nos dan hoy vergüenza nuestras prisiones. El siglo XIX se sentía orgulloso de las fortalezas que construía en los límites y a veces en el corazón de las ciudades. Le encantaba esta nueva benignidad que remplazaba los patíbulos. Se maravillaba de no castigar ya los cuerpos y de saber corregir en adelante las almas. Aquellos muros, aquellos cerrojos, aquellas celdas figuraban una verdadera empresa de ortopedia social.
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA 6 days ago
Size: 1.6MB

Hawking, Stephen - Agujeros Negros y Pequeños Universos.doc
Colección de textos escritos y conferencias brindadas entre 1976 y 1992
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA on Mar. 19 2006
Size: 396.5kb

Hawking, Stephen - Historia del Tiempo.pdf
Si hay filosofía, puede haber cosmología. Hawking ha trabajado en las leyes básicas que gobiernan el universo. Junto con Roger Penrose mostró que la Teoría General de la Relatividad de Einstein implica que el espacio y el tiempo han de tener un principio en el Big Bang y un final dentro de agujeros negros. Semejantes resultados señalan la necesidad de unificar la Relatividad General con la Teoría Cuántica.
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA on Mar. 2 2006
Size: 2.6MB

Heidegger, Martin - El Concepto de Tiempo.pdf
Conferencia en Marburgo, julio 1924. Publicación 1999. Heidegger pensó, en la noción de ser-ahí (Dasein), al hombre en una relación "entre" los entes, más que enfrentado a ellos. El Dasein está "en medio" del ser, y su existencia "arrojada" (determinada por condiciones) pero también "abierta" a posibilidades. De esas, la muerte representa la "más propia posibilidad". El cierre de todas las posibilidades (la muerte) es el indicio de que somos "proyecto".
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA 11 days ago
Size: 29.8kb

Horkheimer, Max - Critica de la razon instrumental.pdf
"El hecho de percibir y de aceptar dentro de sí ideas eternas que sirvieran al hombre como metas era llamado, desde hacía mucho tiempo, razón. Hoy, sin embargo, se considera que la tarea, e incluso la verdadera esencia de la razón, consiste en hallar medios para lograr los objetivos propuestos en cada caso."
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA 11 days ago
Size: 9.5MB

Kant, Immanuel - Critica de la razon pura.doc
Publ 1781-Kant la corrigió en 1787 (2ª ed) Ensayo filosófico para llegar a la respuesta sobre si la metafísica puede ser considerada una ciencia. Kant intenta la conjunción de racionalismo y empirismo. Es una obra clave de la filosofía moderna, que inaugura lo que Kant denomina idealismo trascendental.
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA on Mar. 20 2006
Size: 915.5kb

Kant, Immanuel - Fundamentacion de la metafisica de las costumbres.rtf
(1724-1804) destacado filósofo y geógrafo alemán. En 1781 se abrie el 2º período de su obra, con la 'Crítica de la razón pura' , en la que fundamenta el conocimiento humano y fijar sus límites; concibe el conocimiento como trascendental (estructurado a priori por el sujeto) que ordena la experiencia procedente de los sentidos; los fenómenos corresponden al entendimiento, mientras que la cosa en sí (el noúmeno) es por definición incognoscible.
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA on Mar. 20 2006
Size: 155kb

Russell, Bertrand - Autoridad e Individuo.htm
"En este libro he perseguido una comprensión más amplia de las necesidades humanas de la que posee la mayoría de los políticos y economistas, porque sólo por medio de semejante comprensión podemos encontrar ef camino para ía realización de aquellas esperanzas que, aunque todavía se ven frustradas en su mayor parte por nuestra insensatez, están a nuestro alcance gracias a nuestra técnica"
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA 20 days ago
Size: 187.8kb

Toffler, Alvin - La empresa flexible.pdf
Del autor de "El 'shock' del futuro, allá por los '70, una obra que analiza las necesidades de las empresas de cara al nuevo milenio
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA on Mar. 18 2006
Size: 430.6kb

Toffler, Alvin - La Creacion de la Nueva Civilizacion.pdf
En colaboración con su esposa Heidi, traducida al castellano en 1996. Título original: "Creating a new civilization: The politics of the third ware"
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA on Mar. 18 2006
Size: 294kb

Weber, Max - La Etica Protestante y el Espiritu del Capitalismo.doc
Publ 1903. Max (Karl Emil Maximilian) Weber 1864-1920, trabajó dentro del idealismo o la tradición hermenéutica. Weber quedó muy impresionado por el papel de las sectas protestantes en la sociedad norteamericana y por el creciente proceso de burocratización de los Estados Unidos, así como por su organización política.
By VENTA DIRECTA en ARGENTINA 39 days ago
Size: 735.5kb

quarta-feira, maio 31, 2006

Oficina de apresentação à observação participante (programa (quase) definitivo)

Oficina de apresentação à observação participante

Dia 01

  • Apresentação geral
    Oficineiro
    Participantes
  • Apresentação da proposta da oficina
  • Exposição: observação como instrumento, observação como conceito
    A história moderna da observação sistematizada
    Descartes: um sujeito que observa os objetos para poder observar-se
    Newton: um sujeito que observa objetos
    Kant: um sujeito que observa o próprio sujeito
    Hegel: um sujeito que observa a própria observação
  • Buscando definições para a participação
    Perspectivas teóricas

Dia 02

  • MOURA, Maria Lúcia S. de M., FERREIRA, Maria Cristina, PAINE, Patrícia Ann. “Definição e Metodologia”. In: Manual de elaboração e projetos de pesquisa. Rio de janeiro: Eduerj, 1998. p. 57-98.
  • SIMÕES, Darcília. “A ciência, a pesquisa, o método: implicações semióticas”. In: HENRIQUES, Cláudio Cezar, SIMÕES, Darcília M. P. A redação de trabalhos acadêmicos: teoria e prática. 2.ed. Rio de Janeiro: Eduerj, 2003. p. 41-54.

Dia 03

  • Análise de caso: Pibic “Formação de competência em observação de campo no Ponto de Cultura da Associação Salvamar”
  • Apresentação de casos: projetos da linha de pesquisa “Participação e subjetividades”

Dia 04

  • Modelagem de instrumentos para coleta e tratamento de dados para projetos da linha de pesquisa “Participação e subjetividades”